Mosaico

Ficha Técnica

Produzido por / Produced by: Rodrigo Campello
Arranjos por / Arranged by: Rodrigo Campello
Direção Vocal / Vocal Coach: Felipe Abreu
Gravado no / Recorded at: Estúdios MiniStereo e Mega por Rodrigo Campello, Rodrigo Delacroix, Flavio Neto e Fabiano França entre maio e agosto de 2008.
Edições Digitais / Digital Editions: Flavio Neto e Fabiano França.
Produção Executiva / Executive Producer: Janaina Linhares
Mixado no / Mixed at: Estúdio Corredor 5 (RJ) por Renato Alscher
Masterizado / Masterized: Estúdio Classic Master (SP) por Carlos Freitas
Participação Especial / Guest Singer: Edu Krieger
Direção de arte, design e figurino / Art Director, Design and Wardrobe: Maíra Knox
Fotografia / Photography: Marcelo Magalhães
Assistente de fotografia / Photography Assistent: Viviane Rangel
Assistente de figurino / Wardrobe Assistent: Julia Wahmann
Maquiagem / Make-up: Nat Rosa.

Release

Foi de pequena que Beatrice Mason ingressou na música. Com seis anos já cantava no coral do colégio Cruzeiro – do qual a mãe era regente – nos “Curumins”, da Associação Canto e Coral, e no infantil do Theatro Municipal. Estudou teoria, piano, flautas e canto, lírico, com Vera Canto e Mello, e popular, com Paula Santoro e Felipe Abreu. Dos pais herdou o gosto pelo erudito, a trilha que mais se ouvia aos domingos, em casa. E foi, literalmente, na cozinha, que provou o tempero popular da música brasileira. Através do rádio da empregada Alzira, tomou gosto por Roberto Carlos, Caetano Veloso, Elis Regina, Nara Leão, Maria Bethânia, entre outros.

O desejo de cantar profissionalmente levou Beatrice ao palco do Mistura Fina, em 2005, quando estreou o show “Coração tranqüilo”, com direção de Cyro Telles. Dois anos depois, com Carlos Cesar Motta, já montava seu segundo espetáculo, “Alumbramento”. Vencido o palco, faltava, agora, o disco. Não falta mais. Com produção de Rodrigo Campello, finalmente Beatrice lança seu primeiro álbum, Mosaico, a ser conferido em primeira mão no dia 19 de maio no Posto 8.

Foi na nova geração da MPB que Beatrice encontrou as peças para compor o seu mosaico musical. O conceito do disco surgiu numa conversa com o amigo e compositor Marcelo Caldi: uma costura do melhor da safra dos novos compositores brasileiros, com um toque especial. As 11 canções do disco – sendo seis inéditas e cinco regravações – foram elaboradas a partir da riqueza da combinação de variados instrumentos (de gaita a pandeiro, de piano a acordeon, passando por programações eletrônicas) com a doce voz de Beatrice. O resultado? Uma sonoridade elegante, mais contemporânea do que se tem ouvido por aí. E aí está a unidade do disco, apesar dos diferentes estilos musicais dos compositores que contribuíram para sua construção.

Aos poucos, Beatrice Mason foi recebendo verdadeiros presentes. Delia Fischer compôs a canção que abre o disco, a bossa lounge “Samba mínimo” e Rodrigo Campello, junto com Marcelo Caldi e Mauro Aguiar, trouxe “Algum mistério”. Rodrigo Maranhão e Pedro Luís contribuíram com “Oração blues”, com direito a pandeiro no blues. Inspirado na canção de Chico Buarque e Edu Lobo, “A história de Lili Brown”, Edu Krieger compôs “Lilly Blonde” especialmente para ela. Edu, aliás, amigo de infância de Beatrice, foi o responsável por apresentar grande parte da “trupe” à cantora. De Ana Clara Horta veio “Cortejo”, um sambinha no piano. E Marcelo Caldi e Edu Krieger se uniram em “O tempo do querer”. Esse é o bloco inédito do disco.

Completam o Mosaico de Beatrice outras cinco músicas que, apesar de regravações, são pouco conhecidas. Do repertório de Vitor Ramil, ela escolheu “Foi no mês que vem”, que ganhou arranjo intenso, beirando o eletrônico, mesclado com o acordeon; “Caramel”, de Suzanne Vega, ficou divertida, ao som da tuba. Raphael Gemal enviou uma série de canções para Beatrice e “Canto Só” – que o compositor havia gravado no seu disco – acabou entrando para a lista. Essa é a única música do disco que conta com uma participação vocal, a de Edu Krieger. A riqueza de sons na combinação de diversos instrumentos deu mais vida à “Na beira do Rio” (Chico Pinheiro e Paulo Neves). E “Madre Tierra”, do uruguaio ganhador do Oscar Jorge Drexler, dá o ponto final com linha de ouro na construção do Mosaico de Beatrice Mason.


Beatrice Mason initiated her music studies early. At the age of six she sang at the school choir (conducted by her mother), the children’s choir of the Choir Association, and later on the children’s choir of the Municipal Theatre of Rio de Janeiro. She studied theory, piano and recorder. Her vocal instruction included classical lessons with Vera Canto e Mello and popular singing with Paula Santoro and Felipe Abreu. From her parents she inherited the appreciation for classical music, the weekend soundtrack at home. But it was literally in the kitchen that she tasted a variety of Brazilian popular sounds, rythm and songs. Through Alzira’s radio she met Roberto Carlos, Caetano Veloso, Elis Regina, Nara Leão, Maria Betânia, among so many others.

The desire to sing professionally drove Beatrice to the stage of Mistura Fina (a traditional venue in Rio de Janeiro) in 2005, when she presented the show “Coração tranqüilo”, directed by Cyro Telles. Two years later, she staged her second show “Alumbramento”, directed by Carlos César Motta. After the live performances, there was still a piece missing: an album. Not anymore. Beautifully produced by Rodrigo Campello, Beatrice finally releases her first album, Mosaico.
Beatrice found the pieces of her musical mosaic in the new generation of Brazilian Popular Musicians (MPB). The concept came about during a conversation with her friend, composer and musician Marcelo Caldi: a selection from some of the best representatives of the new Brazilian musical scene, with a special touch. The 11 songs of the album – of which six are new and five are rerecordings – present a rich combination of various intruments (from the harmonica to the tambourine, from the piano to the accordeon, and strolling through electronic programming) and Beatrice’s sweet voice. The result? An elegant sound, more contemporary than we usually hear. And therein lies the unity of this album, in spite of the different musical styles of the composers who contributed to the mosaic.

Little by little, Beatrice Mason received true gifts. Delia Fischer composed the first song of the album, the bossa lounge “Samba mínimo” and Rodrigo Campello, together with Marcelo Caldi and Mauro Aguiar, brought “Algum mistério”. Rodrigo Maranhão and Pedro Luís contributed with “Oração blues”, which features tambourine and harmonica. Edu Krieger sought inspiration in the song “A história de Lili Brown” (by Chico Buarque and Edu Lobo) to compose “Lilly Blonde” especially for her. From Ana Clara Horta she received “Cortejo”, a samba at the piano. And Marcelo Caldi and Edu Krieger joined their talent to compose “O tempo do querer”. This is the brand new portion of the mosaic.

Other five songs complete Beatrice’s mosaic, and although previously recorded, some of them are less known. From Vitor Ramil’s repertoire she chose “Foi no mês que vem”, which received an intense arrangement, on the verge of electronic, mixed with the accordeon of Marcelo Caldi; “Caramel”, by Suzanne Vega, flirts with the tuba. Raphael Gemal showed her a number of songs, but “Canto Só” – previously recorded in Gemal’s album – had already captured her. This is the only song that features a guest singer: Edu Krieger. The richness of sounds and the combination of various instruments gave life to “Na beira do Rio” (Chico Pinheiro and Paulo Neves). And “Madre Tierra”, by Oscar winning composer Jorge Drexler, seals with a golden touch Beatrice Mason’s Mosaico.









“É uma grande alegria acompanhar de perto a estreia fonográfica de Beatrice Mason, uma cantora de timbre bonito e diferente, que tem tudo para conquistar seu espaço na MPB.” (Edu Krieger)

“It’s a great pleasure to witness the breakthrough singing debut of Beatrice Mason, a singer with a mesmerizing and unique sound that has a great chance to find her deserved space in the MPB arena.” (Edu Krieger)

“Um elegante passeio por um belo mosaico.” (Ana Clara Horta)

“An elegant stroll through a musical mosaic.” (Ana Clara Horta)

Beatrice Mason é daquelas cantoras corajosas! Optou por gravar artistas comtemporâneos e se aventura em canções pouco conhecidas com firmeza e propriedade. Abrilhantou minhas duas canções presentes em seu cd de estreia – “Mosaico” -, mostrando que veio pra ficar.’ (Marcelo Caldi)

Beatrice Mason is a bold singer! She chose to record contemporary artists and ventures into lesser known material with resoluteness and propriety. She gave inspired renditions to my two songs in her debut album – Mosaico – indicating that she is here to stay.” (Marcelo Caldi)

“Num país em que novas cantoras surgem a cada dia, Beatrice Mason sabiamente aliou-se a Rodrigo Campello, talentoso e destacado produtor musical que colocou um verdadeiro ‘dream team’ de músicos para bordar as surpreendentes e delicadas texturas de seu primeiro CD “MOSAICO”. Isto, aliado ao repertório de compositores da nova geração e ao seu estilo vocal direto e sem afetações, mostra seu compromisso com a essência e o contemporâneo. Venha ocupar seu lugar ao sol, Beatrice, e não esqueça o filtro solar!”
FELIPE ABREU, preparador vocal

“In a country where new singers appear every day, Beatrice Mason wisely united with Rodrigo Campello, a talented and renowned producer who gathered a “dream team” of musicians to weave the surprising and delicate textures of her first album MOSAICO. This, combined with the repertoire from composers of a new generation and her vocal style – direct and unpretentious – shows her commitment to essence and contemporaneousness. Come take your place under the sun, Beatrice, and don’t forget your sunscreen!”
Felipe Abreu, vocal coach.

























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